sexta-feira, 22 de junho de 2007

Sem Tempero

Uma antiga propaganda... não lembro de quê...


Sem tempero.

Sem colesterol.

Sem sal.

Sem açúcar.

Sem fritura.

Sem sexo.

O que sobrou pra se fazer sem culpa ?

domingo, 10 de junho de 2007

O Elefante


Quem lembra do Elefante ? Acho que foi 1982 .... Música muito lindinha.


O Elefante
Robertinho de Recife
Composição: Robertinho de Recife e Fausto Nilo
Vocal: Emilinha

Como criança que vai viajar

Acordei cedo e vi você sonhar
Uma ciranda doce pelo ar

E a natureza foi se balançar

A fantasia me faz delirar

Que foi que eu disse?

Eu cantei sem pensar

É uma doidice que essa dança dá


De que país vem esse carnaval
Se o oriente nasce em meu quintal
E um sol mais quente brilha muito mais
E um corpo quente que alegria traz
Ô Papa Kid cadê meu ganzá?
Do Congo-Belga que eu mandei buscar
Essa guitarra grita muito mais
Essa guitarra grita muito mais

Um elefante brinca muito mais
Se uma menina vai correndo atrás
Que foi que eu fiz? Foi te fazer feliz
Que foi que eu fiz? Foi te fazer chorar
Será dificil alguem pronunciar
A melodia que essa letra dá
Na fala dela, linda é Aliá
Na fala dela, linda é Aliá

Se a natureza não me abandonar
No meu reinado você reinará
Tarzan dormindo no canavial
Tantor fazendo amor no bambual
Como a Colúmbia fosse viajar
Numa ciranda doce pelo ar
Acordei cedo e vi você sonhar
Como criança que vai viajar

http://robertinho-de-recife.letras.terra.com.br/letras/442652/clipes-videos.html

Cristiane

sábado, 9 de junho de 2007

Na casa da Maristela

Estou na casa da Maristela.
Ela tem tudo no quarto dela, uma mini-casa. Um desafio para qualquer arquiteto ! kkkk
Está construindo uma casa ao lado. Bem moderna.
Fantastic.

Cris

quinta-feira, 7 de junho de 2007

A Alma Imoral





A ALMA IMORAL... (iiiiihhh !!!)

No Festival de Teatro de Curitiba deste ano eu não pude ir a muitas peças. Mas uma valeu por todas.
Foi A Alma Imoral, monólogo de Clarice Niskier, baseada no livro do rabino Nilton Bonder, no SESC da Esquina.
O texto trata de reflexões sobre o certo e o errado, a obediência e a desobediência, as fidelidades e as traições, preservação e evolução, tradição e traição.


Nilton Bonder afirma que nossa tarefa, mais do que simplesmente procriar, é também transcender a nós mesmos, romper limites. E esta transcendência muitas vezes poderia se dar de uma forma "traidora", condição vital para a continuidade da espécie. Este seria então o conceito de alma (imoral): uma força "traidora", transgressora, que nos impulsiona para o futuro e colabora com a evolução; enquanto que o corpo (moral) está relacionado ao passado e colabora com a reprodução (http://www.guiadasemana.com.br).

Tomando como exemplo o que denomina de a traição judaico-cristã, Bonder revela que o traído e traidor são uma mesma pessoa, em que residem duas naturezas conflitantes, mas ao mesmo tempo interdependentes: o corpo e a alma (http://www.submarino.com.br).
Foi em uma entrevista num programa de TV, para divulgar a peça "Buda", que Clarice encontrou o rabino Nilton Bonder, que estava lançando o livro A Alma Imoral. Em certo momento, a entrevistadora perguntou à atriz se tinha religião. Ela respondeu que tinha ascendência era judaica, mas que o teatro a havia levado ao budismo. Era uma judia budista. Foi então que Dona Léa, uma telespectadora, dizia que isso não era possível. Ou Clarice era judia ou era budista. O rabino, então, deu o livro à atriz. Disse que talvez o budismo a aproximasse do judaísmo. Clarice contou na peça que o leu rapidamente, e ele não ficou naquela pilha-purgatório de livros do "quando eu tiver tempo eu leio.
O cenário é simples e bonito. Incenso, uma meia-luz, uma cadeira, um copo d'água, Clarice ora desnuda, ora com uma túnica preta, moldada com diferentes formas, a depender do contexto.

Os espectadores podem pedir pra ela repetir, em certo momento, algum tema em específico: traição, moral, fidelidade, homem, egoísmo,etc. E o texto vem de novo, falando verdades reflexivas...
São mostradas questões e parábolas judaicas. O pai que engravidou as filhas para que o grupo procriasse, e a partir de então a etnia só se passaria pela mãe. O rabino que aconselhava o rico a consumir o que pudesse, senão se "afetaria" vários que não tivessem condições: eles iam achar que teriam que consumir menos do que fossem capazes; seriam afetadas gerações. E todo mundo murmurando as palavras-mensagem do rabino próximo à morte: "A vida é como uma xícara de chá ! A vida é como uma xícara de chá ! ... Mas por quê ?". E o rabino responde: " Ah !Tudo bem ! A vida não é como uma xícara de chá !".


Fala-se do "eu bacana" e do "eu perverso", que permitiu à atriz entregar que um empresário paulista, com o qual estava pleiteando patrocínio, teve grandes reflexões com a peça:
- E aí ele vai patrocinar a peça ?

- Não ele se permitiu tirar férias !...

Tudo bem, besteira todo mundo faz... nesse pinico de chá.


Crissss